Três fechando com o IV Mosaico Cultural

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Dia 17 de setembro acordamos cedo e nos preparamos para um dia delicioso de dança e aprendizado.

Záira e Cíntia foram buscar a Elis Pinheiro no aeroporto e o sol que havia saído empolgado, começou a ficar tímido com o vento.  Mas essa mudança no tempo não nos afetou, e após almoçarmos com apoio da Solopizza na companhia da Danielle Dias seguimos para o Casarão da Dança.

Estávamos ansiosas, nós cinco e a pequena Alice. A mulherada linda começou a chegar e logo iniciamos a primeira aula do dia no comendo da Cíntia.

E ela não deu moleza pós-almoço. Todo mundo estava ajudando o estômago a fazer a digestão e aproveitando para gastar as calorias. Ao fim da aula, todo mundo sorridente.

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Foi a vez de chamarmos nossa convidada especial, que durante duas horas compartilhou conosco novas possibilidades do uso dos braços na dança. Que nos fez compreender melhor nosso corpo para que nossos braços tivessem expressão. E duas semanas depois ainda escutamos elogios a esse desenvolvimento.

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Nos 15 minutinhos de intervalo que foi possível compartilhar um pouco da nossa alegria de estar completando nosso terceiro ano de trabalho. Três anos de amor e dedicação para um grupo de coordenação coletiva e cooperativa seguir na ativa.

Cantamos parabéns com o bolo delicioso que a Ale fez para nós, todas ganhamos mandalas chamadas “Olho de Deus” feitas com carinho pela Záira. Tudo para recarregar as energias para mais duas horas trabalhando na transferência de peso e no poder das ondulações e da coluna.

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Somos muito gratas ao universo por nos proporcionar nosso encontro e nossa dança, ter a Elis aqui dividindo conosco uma data especial e podendo nos ensinar foi muito gratificante. E agradecemos também a todas que compartilharam esse dia conosco ou tantos outros momentos da nossa tribo.

Acreditamos na perpetuação da dança e no poder da nossa energia feminina, e isso ganha um significado quando compartilhamos os momentos.

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Esta entrada foi publicada em 30 de setembro de 2016.

Elis Pinheiro – IV Mosaico Cultural

Na quarta edição do Mosaico Cultural, a Tribo Mosaico está promovendo uma tarde de estudo com a linda Elis Pinheiro.fot_0027-copia

Conhecida por sua graciosidade e leveza, Elis Pinheiro definitivamente imprime sua marca no cenário nacional. Seu primeiro contato com o universo da dança foi relativamente tarde, aos 15 anos com a Dança de Salão, mas somente aos 18 iniciou seus estudos em Dança do Ventre com Marize Piva. E depois disso, não parou mais.

Nos anos seguintes fez aulas com Shahar Badri e Lulu Sabongi, quando então decidiu abraçar a dança de forma mais séria em sua vida. E de 2001 a 2010 fez parte do quadro de bailarinas da Casa de Chá Khan El Khalili.

Sua preocupação com o crescimento e aperfeiçoamento contínuo como bailarina e profissional da dança conferem ao trabalho de Elis Pinheiro qualidade e seriedade.

Com graduação em Dança e Movimento pela Universidade Anhembi Morumbi (2002-2005), esteve por duas vezes no Egito para participação no Festival Anual Ahlan Wa Sahlan (2002) e aprimoramento de sua vivência na Dança (2010), participou em workshops de Formação em Dança Terapia da bailarina argentina Maria Fux e do curso de formação da Escola de Reeducação do Movimento de Ivaldo Bertazzo.

Em 2006 inaugurou seu estúdio de dança em São Paulo, espaço esse que até 2011 primou pela qualidade no ensino de Dança do Ventre e pela autenticidade na Dança, quando então Elis Pinheiro deu início a sua carreira internacional, tendo a chance de se apresentar e dar workshops na Espanha, Alemanha, Portugal e República Checa, além dos workshops de grande sucesso nas suas visitas ao Brasil.

Em Maio de 2015 Elis retornou ao Brasil para uma nova etapa de sua vida e carreira, com aulas particulares e intensivos na cidade São Paulo, workshops em todo o território nacional, mantendo sua carreira internacional na Europa e América Latina.

Possui dois DVDs lançados em parceria com o músico Tony Mouzayek: Técnicas Modernas Para Dança do Ventre (2010) e Braços – Beleza, Força, Fluidez e Precisão (2013).

E no próximo sábado (17 de setembro) essa bela e talentosíssima bailarina e professora nos brindará em Florianópolis com dois workshops: “Braços: beleza e fluidez” às 14h30 e “Sinuosos: quadril, coluna e braços em sintonia” às 16:45.

Então não percam esta oportunidade e venham conferir!

Para mais informações, acompanhem nossas redes sociais:

– evento facebook: https://www.facebook.com/events/717476801725854/

– página facebook: https://www.facebook.com/tribomosaico/

– instagram: @tribomosaico

Referências: http://www.elispinheirobellydance.com/

Esta entrada foi publicada em 12 de setembro de 2016.

O ATS® na Tribo Mosaico

Por: Cíntia Vilanova

Como já sabemos, o “ATS® (American Tribal Style®) é um estilo moderno de dança, criado por Carolena Nericcio, diretora do estúdio FatChanceBellyDance®, São Francisco, CA, EUA. O estilo recebe influências de danças orientais árabes, do flamenco e danças indianas, tornando-se único e exclusivo. Somado a isso é uma dança em grupo baseada no improviso liderado, exigindo o momento de união, conexão e entrega entre essas bailarinas.

Dançar o ATS® nos traz a possibilidade de experimentar a criação com algo já construído, mas que tem muito a ser realizado. Digo isso, pois para dançarmos de forma improvisada, temos o repertório de passos lentos e o de passos rápidos, os quais são embelezados com variações de deslocamentos e níveis. Além disso, toda essa gama de dança é feita em formações de dupla, trio ou quarteto, o que nos oferece ainda maior variedade para nossa criatividade se esbaldar em seu despertar.

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Quando trazemos para a Tribo Mosaico, nem sempre usamos o ATS® em sua essência original. O estilo tem nos oferecido muitas oportunidades e conhecimento para se trabalhar a apresentação em um grupo maior que quarteto, pois, atualmente, somos em cinco integrantes. Usamos, então, seus princípios de formação, ângulo de performance, liderança e, claro, seus movimentos e figurinos, em criações coreográficas e marcadas sob a luz do ATS®. Em outras oportunidades, dançamos o estilo em sua proposta original e nos deliciamos com a possibilidade de nossa apresentação ser organizada, bela, leve e, claro, muito elogiada, bem aceita pela plateia e surpreendentemente improvisada.

Participação especial no Espetáculo “Quando o autismo lhe tira para dançar”
Performance dirigida em parceria entre Ämbar Tribal Trupe | Tribo Mosaico | Valkyrjas

Em Florianópolis, o estilo chegou faz pouco tempo com workshops organizados pela Tribo Mosaico e tem continuidade com as aulas regulares de Módulo I e II comigo, Cintia Vilanova, Sister Studio FCBD® e também integrante da TM.

 

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Esta entrada foi publicada em 31 de agosto de 2016.

Jogos e Danças

No dia 5 de agosto tivemos a abertura das Olimpíadas Rio 2016 e, para entrar no clima dos jogos olímpicos, iremos falar de algumas modalidades que tem a dança também como destaque. Mas antes vamos falar da cerimônia de abertura que contou com um lindo espetáculo de música e dança para contar a história do nosso país e de nosso povo.

Os ritmos nascidos nas favelas foram os que tomaram conta do evento como o samba, o passinho e o funk, e transformaram a cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos em uma grande festa com a força arrasadora da cultura negra. A coreografia ficou por conta da coreógrafa Deborah Colker, uma das mais renomadas e premiadas bailarinas e coreógrafas da dança nacional.

fotos-exclusivas-abertura-antonio-milena-30-originalFoto: EBC

Voltando o foco aos esportes, vamos apresentar dois em especial que tem suas origens na dança, a Ginástica Rítmica e a Natação Sincronizada.

A ginástica rítmica, também conhecida como GR ou ginástica rítmica desportiva (nomenclatura antiga), é uma ramificação da ginástica que possui infinitas possibilidades de movimentos corporais combinados aos elementos de balé e dança teatral, realizados fluentemente em harmonia com a música e coordenados com o manejo dos aparelhos próprios desta modalidade olímpica, que são a corda, o arco, a bola, as maças e a fita.

Esse esporte desenvolve harmonia, graça e beleza em movimentos criativos, traduzidos em expressões pessoais através da combinação musical, teatral e técnica que transmite, acima de tudo, satisfação estética aos que a assistem. Surgida através dos estudos de Rousseau, assim como as demais modalidades, transformou-se durante o passar dos anos, sempre ligada à dança e à musicalidade, até chegar à União Soviética, onde se desenvolveu como prática desportiva, e à Alemanha, onde ganhou os aparelhos conhecidos hoje.

A ginasta precisa ter graça, leveza, beleza e técnicas precisas em seus movimentos para demonstrar harmonia e entrosamento com a música e suas companheiras, num ambiente de expressão corporal contextualizada inclusive pelos sentimentos transmitidos através do corpo. Fisicamente, é função desta modalidade desenvolver o corpo em sua totalidade, por meio dos movimentos naturais aperfeiçoados pelo ritmo e pelas capacidades psicomotoras nos âmbitos físico, artístico e expressivo. Por essa reunião de características, é chamada de desporto-arte.

shutterstock_152979779_editada2 (1)Fonte: http://www.brasil2016.gov.br/

Já a natação sincronizada ou ballet aquático é outro esporte artístico que inclui conceitos da natação, da ginástica e da dança, consistindo aos nadadores (indivíduos, duetos, trios, equipes ou combos) executar uma rotina sincronizada de movimentos elaborados e dramáticos na água, acompanhada de uma música.

Esse esporte exige habilidades de primeira ordem na água ao exigir força, resistência, flexibilidade, benevolência, arte e o sincronismo preciso, sem mencionar o controle excepcional da respiração quando estiver de cabeça para baixo na água. Desenvolvido na década de 1900 no Canadá, é um desporto executado quase exclusivamente por mulheres, embora haja alguma participação de homens.

Toronto 2015 Pan Am Games - Day 1 Women's Duet Synchro FinalFoto: Getty Images

A origem do nado sincronizado é um pouco incerta, acredita-se que ele tenha surgido de acrobacias simples na água e que com a evolução delas, teria originado o ballet aquático (um pequeno esboço do que hoje é chamado de nado sincronizado) essa modalidade dotada de extrema plasticidade de movimentos foi ganhando espaço, se aperfeiçoando, até se tornar um desporto oficial. Antigamente, o ballet aquático (como era chamado na época) era visto apenas nos intervalos de competições de natação.

Referências e fontes utilizadas: O Dia ( http://odia.ig.com.br/), Empresa Brasil de Comunicação S/A – EBC (http://www.ebc.com.br/) e Wikipedia (https://pt.wikipedia.org)

 

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Esta entrada foi publicada em 14 de agosto de 2016.

Tribo da amizade

A Amizade é um ato de troca através de um convívio mais próximo e no mês em que se comemora a amizade, vamos falar de nossos laços formados na tribo.
Mais do que parceiras de dança temos um vínculo maior que se define como amizade.
Juntas criamos e vivenciamos histórias que nos trouxeram experiências únicas e verdadeiras. Formamos elos, através de sentimentos de cumplicidade, respeito, amor, afeto e paciência. Elos que transformaram nossos dias em verdadeiras lições de vida.
Cada uma trouxe consigo valores e qualidades diferentes para o meio de convivência da tribo, formando um mosaico, e assim proporcionando aprendermos umas com as outras.
Travamos batalhas e alcançamos conquistas com o poder da amizade, por que juntas sempre somos mais fortes.
Mesmo com afastamentos naturais da vida continuamos ligadas por uma força maior. Ainda que longe e seguindo caminhos diferentes estamos presentes nas vidas de cada uma porque temos o espirito de tribo vivo em nós.
E são estes os reais objetivos da  tribo: união, acolhimento,  cuidado e amor, não apenas entre as  integrantes, mas com  todos que tem a possibilidade de estar em contato conosco, disseminando amizades.
“A amizade tem o poder que afasta os medos, desfaz as amarras, sustém o golpe fatal, ampara a queda, reata as partes, clareia as sombras da alma, recobra as forças vacilantes e faz começo que já era fim.” 
Charlie Chaplin 
Esta entrada foi publicada em 20 de julho de 2016.

As festas de Junho

A festa junina é um evento comum no Brasil e, durante os meses de junho, julho e agosto, encanta a todos com uma dança bastante conhecida, a quadrilha. Essa dança evolui em duplas ao som do forró e pode alternar entre fandangos, catiras e valsas.

São diversas evoluções e coreografias que são executadas pelos dançarinos ao som de músicas conhecidas como Pula Fogueira e Capelinha de Melão. Eles utilizam uma vestimenta característica dos caipiras, com chapéus de palha, vestidos de chita e camisas xadrez.

A quadrilha era inicialmente uma dança aristocrática de origem francesa, mas que apresentava influência de antigas danças folclóricas da Inglaterra. Ela veio para o Brasil pelas mãos dos mestres de orquestra de danças francesas na época do Império.

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Foto: Turismo Bahia

A quadrilha se popularizou no Brasil e é, atualmente, uma dança própria dos festejos juninos. Tendo sofrido influências da polca, da mazurca e da valsa européia, transformou-se em um ritmo único, genuinamente brasileiro. Para a evolução coreográfica, é importante a presença de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver.

Os instrumentos musicais acompanhantes são a sanfona, o acordeão, o pandeiro, o violão e o cavaquinho e não existe uma canção específica que lhe seja própria. Já a música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.

Trechos da coreografia Pirão com Peixe do espetáculo Nuances da Ilha da Tribo Mosaico

A quadrilha é uma dança que floresceu na zona rural, mas atualmente está presente em todas as festas urbanas e os participantes, vestidos à carater, executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral, o par que abre o grupo é um noivo e uma noiva, já que a quadrilha pode, hipoteticamente, fazer parte de um casamento caipira.

No universo das fusões bellydance temos alguns exemplos de uso dessas  tradições populares que incluem a Tribo Mosaico como uma colaboradora de tais fusões, e bailarinas muito conhecidas no brasil como Ju Marconato, Kahina, Kilma Farias, entre outras.

Referências e fontes utilizadas: Circuito São João (http://www.circuitosaojoao.com.br/) e Danças Típicas (http://www.dancas-tipicas.info/)

 

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Esta entrada foi publicada em 29 de junho de 2016.

Rapidamente Lento e Dinâmico

Último dia de workshop... todo mundo cansado e querendo mais!

Último dia de workshop… todo mundo cansado e querendo mais!

No segundo encontro de ATS® com a Rebeca, parte do III Mosaico Cultural da Tribo, demos mais um passo dentro do vasto mundo de possibilidades do American Tribal Style® (ATS®).

 

Pra começar, fizemos a clássica retomada do conteúdo trabalhado no primeiro encontro dançando todas juntas, em pequenas formações e a deliciosa formação coro/feature. Seguindo, Rebeca nos apresentou novos movimentos do repertório rápido, nos desafiando com velocidades super rápidas nos snujs e conhecimento musical para limparmos e afinarmos nossa técnica. Foi muito divertido,  alegre e satisfatório, percebemos como é importante treinar e estudar a música para que a performance que contenha movimentos rápidos possa ser bela, mas também muito bem feita, com alta qualidade. Intenso, desafiador e exigente, ainda assim, saímos todas com “vontade de quero mais”.

Além disso tudo, aplicamos todo o aprendizado e conteúdo trabalhado do repertório rápido na criação de um combo pessoal, ou seja, cada participante criou seu próprio combo em uma mesma música. Nesta prática, Rebeca nos orientou sobre cuidados com tempos dançados para cada movimento escolhido, sobre as transições limpas e fáceis no caso de sermos líderes nas formações, e em especial, sobre a transição entre as variações de cada família dos rápidos. E ao final da atividade, todas apresentaram-se para todas, mostrando-se o maior desafio do encontro todo, bem como, provavelmente, o maior despertar para o ATS®, pois sentimos na pele e no coração a emoção de criar e apresentar para uma plateia. Foi demais!

E a grande novidade desse encontro, foi no repertório lento, do qual, tivemos contato com o lento dramático e suas sutis diferenças do lento em si. Obrigando a Rebeca a nos levar ao contato com nossas essências na prática do mesmo, nos mostrando o que é apresentar o dramático em uma performance e colocar a intensidade e energia que ele merece sem acelerar o lento em sua natureza. Foi muito especial, pois nos faz refletir cada beleza do estilo e como o incorporar em nossa dança respeitando a estética ATS®. Essa experiência também foi apresentada para todas, mas dessa vez em pequenos grupos de 4 na formação diamante, para trabalharmos o flock of birds e as diferenças do lento e o lento dramático.

Como sempre, queríamos que fosse um final de semana eterno e dançar para sempre, só que não! Outros encontros virão e muito ATS® será dançado na Ilha da Magia.

! Agora não tem mais volta !

 

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Esta entrada foi publicada em 24 de agosto de 2015.